23 junho 2010

Hipetexto


O hipertexto permite uma maior facilidade quando buscamos informações pontuais em um texto. Você acredita que ele teria apenas um caráter informativo ou não? É possível obter conhecimentos mais que informativos em um hipertexto?Laura

Acredito que o caráter principal do hipertexto seja o informativo, porém através do hipertexto e de suas ferramentas podemos ampliar nosso conhecimneto, tema pesquisado, curiosidade, não se limitando a apenas uma visão, a um autor. Com o hipertexto, podemos dialogar com o que lemos, questionar e montarmos nossas próprias conclusões. O hipertexto oferece ao leitor, a oportunidade de se tornar um autor, de expor seus pensamentos. O autor não irá apenas postar uma informação, mas também irá chamar a atenção para temas diversos e novos, treinando sua escrita para que fique cada vez mais próximo do seu público-alvo.

Leitura, Texto e Sentido


Ao conceber à atividade da leitura como sendo um diálogo que se estabelece entre o leitor e o autor através do texto, nos deparamos com uma pluralidade da leituras. Em sua opinião, quais os pontos positivos e negativos desse fato para o ensino da leitura? 

Acredito que a pluralidade de leituras, seja um ponto positivo para a criança, pois mostrara à ela diferentes pontos de vista, opiniões e sentidos de um único texto. Estas diferentes interpretações de texto, irão fazer com que a criança amplie seu comnhecomento, interpretaçåo, preperando-a para futuras leituras, onde será capaz de compreender o texto para além do que esta escrito, ou seja, a criança formará novas hipoóeses, conclusões.

22 junho 2010

Ernest Miller Hemingway


Ernest Miller Hemingway (Oak Park, 21 de Julho 1899 — Ketchum, 2 de Julho 1961) foi um escritornorte-americano.
Trabalhou como correspondente de guerra em Madrid durante a Guerra Civil Espanhola e a experiência inspirou uma de suas maiores obras, Por Quem os Sinos Dobram. Ao fim da Segunda Guerra Mundial se instalou em Cuba. Hemingway era parte da comunidade de escritores expatriados em Paris, conhecida como "geração perdida". Levando uma vida turbulenta, casou-se quatro vezes. Em 1952 publica "O Velho e o Mar", com o qual ganhou o prêmio Pulitzer (1953), considerando-a sua obra-prima, recebeu o prêmio Nobel de Literatura de 1954.
A vida e a obra de Hemingway tem intensa relação com a Espanha, país onde viveu por quatro anos, uma breve passagem, mas marcante. Em Pamplona, meados do século XX, fascinado pelas touradas, a ponto de tornar-se um toureiro amador, transporta essa experiência para dois livros: O Sol Também Se Levanta(1926) e Por Quem os Sinos Dobram (1940).
Ao cobrir a Guerra Civil (1937) – como jornalista do North American Newspaper Alliance, não hesitou em se aliar às forças republicanas contra o fascismo.
Ainda muito jovem, decidiu ir à Europa pela primeira vez, quando a Grande Guerra assombrava o mundo (1918). Hemingway havia terminado o segundo grau em Oak Park e trabalhado como jornalista no Kansas City Star. Decidido a ir à guerra, conseguiu uma vaga de motorista de ambulância na Cruz Vermelha. Na Itália, apaixonou-se pela enfermeira Agnes Von Kurowsky, sua inspiração na criação da heroína de Adeus às armas (1929) – a inglesa Catherine Barkley. Atingido por uma bomba, retornou para Oak Park.
A vida inteira jogou com a morte, até que, na manhã de 2 de julho de 1961, em Ketchum (Idaho), pegou o fuzil de caça e disparou contra si mesmo.

Escolhi esse autor para descrever no seminário do "Como Escrevo", pois sempre tive curiosidade de conhecê-lo, saber mais sobre suas obras e vida. Uma característica desse escritor é passar suas próprias vivências para seus livros. Achei-o muito interessante, o que despertou em mim uma vontade de ler algumas de suas onras mas em especial "Adeus às armas".









14 junho 2010

Reflexão sobre o texto.

Hoje em dia, vivemos em uma sociedade em que a tecnologia está cada vez mais presente. Com a chegada do hipertexto, como podemos usufruir da melhor maneira possível de suas ferramentas, afim de aumentar o conheceminto/informação sobre o assunto abordado?

Resumo do texto sobre o hipertexto.

No texto Hipertexto e Gêneros Digitais, escrito por Antonio Carlos Xavier, do livro Leitura Texto e Hipertexto, o assunto abordado, refere-se  as possibilidades de mudança nos processos de escrita, devido ao uso de novas tecnologias de comunicação. Hoje em dia o uso do computador, da Internet e de suas ferramentas, veem substituindo a escrita no papel, onde a tecnologia de linguagem e o espaço de apreensão, não  são mais compostos apenas por palavras, mas também por audio, gráficos e animações. Esse novo meio de se escrever recebe o nome de Hipertexto, onde são oferecidas ao escritor/leitor diferentes maneiras de se ler e escrever, possibilitando conhecer o mundo em só click.
 
Esta mais recente tecnologia de linguagem, proporciona ao seu leitor ou leitores, visto que estando na web, o hipertexto, por ser utilizado por diversos usuários, inserir-se em uma visão global do assunto pesquisado e exige muito mais que uma simples decodificação das palavras. O hipertexto, lhe proporciona opções (links), para aumentar sua busca por informações, conhecimento, relacionando-se a outras páginas da web, pertinentes ao assunto pesquisado, ao contrário do texto impresso que lhe fornece somente aquilo que está escrito, nada além.
Se para ler/entender a palavra, é necessário ler o mundo antes, o hipertexto vem consolidar esse processo uma vez que possibilita o leitor/escritor, compreender melhor, o mundo, através da exploração de diferentes meios de informação. No hipertexto podemos encontrar os links, ferramenta da web que possibilita o usuário a se deslocar de um texto para outro, afim de aumentar suas fontes de conhecimento sobre o assunto pesquisado. Esse mecanismos, porém, como discutido no texto, por pesquisadores como:      
Bolter, Lévy, Landow, Rouet e Snyder, teem suas consequências. Acreditam que pelo excesso de informação que o usuário recebe, sendo essas verdadeiras ou falsas, podem sim melhorar sua compreensão geral do texto, como também podem desorienta-lo e dispersa-lo, por falta de não saber o que deve ou não ser ignorado, podendo gerar uma desistência, por parte do usuário, em continuar a ler o texto ao até mesmo de continuar a pesquisa.
É importante lembrar que o hipertexto só é um bom hipertexto, quando o escritor desse, sabe-se utilizar, corretamente das ferramentas oferecidas a ele, trazendo ao hiperleitor uma pluritextualidade com: ícones animados, áudios, efeitos sonoros, imagens tridimensionais, fazendo com que o ato de ler/compreender se viabilize com muito mais totalidade e amplitude.
Diferentemente do texto publicado tradicionalmente, o hipertexto propõe uma leitura multisensorial, onde a compreensão e a elaboração de conceitos ira aumentar e elucidar as questões abordadas, facilitando as analises e conclusão do texto.
o autor do hipertexto, pode através dos aparatos tecnológicos oferecidos apresentar ao seu leitor uma ideia muito mais próxima e fiel daquilo que realmente quer dizer, mas o hipertexto também faz com que o hiperleitor se desvincule da linha de pensamento do leitor, passando a ser dono da sua própria leitura/conclusão, ou seja, emancipando do escritor.
Com a chegada do hipertexto, qualquer pessoa pode ser autor e publicar suas ideias, democratizando-as com o resto da web. Na web, Internet,  as regras para publicação não são as mesmas praticadas pelas editoras de livros.
O hipertexto, mais cedo ou mais tarde, será um assunto que deverá ser tratado por todos devido a estarmos em uma sociedade tecnocrata. Ele vem viabilizar a maturidade da relação entre autor e leitor pela facilidade de acesso mútuo. Ambos começam a poder direta e quase imediatamente trocar opiniões e diminuir dúvidas acerca dos/nos textos. Diversos usuários (autores/leitores) poderá agora verbalizar pluritextualmente suas ideais sem se expor ai constrangimento.
O hipertexto permite que todos autores e leitores, com suas respectivas posições devendam-nas em um mesmo espaço virtual e democrático.

Hipertexto e Gêneros Digitais

No texto Hipertexto e Gêneros Digitais, escrito por Antonio Carlos Xavier, do livro Leitura, Texto e Hipertexto, o assunto abordado, refere-se  as possibilidades de mudança nos processos de escrita, devido ao uso de novas tecnologias de comunicação. Hoje em dia o uso do computador, da Internet e de suas ferramentas, veem substituindo a escrita no papel, onde a tecnologia de linguagem e o espaço de apreensão, não são mais compostos apenas por palavras, mas também por áudio, gráficos e animações. Esse novo meio de se escrever recebe o nome de Hipertexto, onde são oferecidas ao escritor/leitor diferentes maneiras de se ler e escrever, possibilitando conhecer o mundo em só click.  

13 junho 2010

A historia da leitura

O texto “A história da leitura”, apresenta a passagem da leitura oral para a silenciosa, colocando a leitura silenciosa em evidencia como um ganho histórico. Com base no texto e levando em consideração suas experiências pessoais, reflita sobre a diferente sensação, interpretação e atenção que se dá a um texto lido silenciosamente por você, e um lido em voz alta para você.

O texto silenciosos,permite reflexão sobre trechos de interesse, permte consulta a qualquer momento, mobilidade do texto em analise e releitura quntas vezes for necessário ao entendimento, pelo leitor.Possibilita o estudo pelo tempo que se fizer necessário.A leitura oral,tem foco maior na socialização  da informação, troca de experiências e opiniões sobre o texto lido, mas também dificulta entendimentos imediatos e possibilita a divagação dos ouvintes e a perda da informação transmitida pelo texto.  

O ato de escrever

Após o conhecimento e a reflexão sobre o processo cognitivo da escrita, quais são os benefícios deste estudo na prática da escrita?



A escrita permite a tradução e a divulgação  do pensamento e conclusões sobre um tema , sobra a ótica do escritor, com uma ordenação lógica do pensamento do autor . Possibilita a divulgação do conhecimento a socialização das informações.

Primordios

A escrita cuneiforme possibilitou maiores nuances de sentidos e matizes de significados, possibilitando assim o registro de uma literatura muito mais rica e complexa. A sofisticação na escrita aumentou muito, mas será que a escrita pode ser considerada tão rica ou eficiente quanto a nossa linguagem oral?


A linguagem oral e muito mais informal e atinge a todos os públicos ,independente da formação acadêmica do publico e permite a tradução do pensamento com espontaneidade, com simplicidade e objetividade.A linguagem oral também ,e’ reflexo e caracteriza a cultura e costumes de cada região, populações, etc.